Supernova May 10, 2007
Foram divulgadas recentemente pela Nasa, imagens onde se pode observar um espectáculo de cores resultante da explosão de uma estrela 150 vezes maior do que o sol. A Supernova aconteceu há milhões de anos mas só agora foi possível apreciar o fenómeno.
Breve explicação: Num sistema binário, de duas estrelas com massas diferentes, a de maior massa evolui mais rapidamente e atinge primeiro a sua fase final. Se ela se tornar numa anã branca - o que acontece em geral, - a outra componente (de menor massa), ao expandir-se para a fase de gigante vermelha, aumenta de volume de tal modo que parte da sua atmosfera pode transferir-se para a companheira. Isto provoca uma instabilidade nas camadas exteriores da anã branca, que origina uma violenta emissão de energia e libertação de matéria para o espaço, o que a torna, durante algum tempo, extraordinariamente brilhante.
A designação de nova, atribuída a estas estrelas, e ainda em uso, deve-se ao facto de inicilamente se admitir tratar-se de uma estrela que tinha acabado de nascer.
O termo supernova é utilizado para referir a aparição de uma estrela, em tudo idêntica a uma nova mas de brilho muito superior. No entanto, a razão do fenómeno é diferente. Uma nova resulta da “explosão” de camadas da atmosfera de uma anã branca na qual “caiu” matéria libertada por uma companheira. Por outro lado, a massa da anã branca poderá ser muito superior à massa do Sol, enquanto que a supernova é um acontecimento que implica uma estrela de várias massas solares e o fenómeno da explosão se desencadeia na sua parte central. Para além disso, uma nova atinge um brilho 10 000 vezes superior ao seu normal e uma supernova torna-se centenas de milhões de vezes mais brilante do que no seu estado original.
Uma supernova é o resultado do colapso violento da matéria para o centro da estrela.
Admite-se que, em cada galáxia, ocorram, em média, duas supernovas por século. A supernova mais famosa foi observada pelos chineses em 1054 a.C., na constelação do Touro, e ainda hoje se observam os vestígios dessa explosão, na região denominada nebulosa do Caranguejo, termo atribuído por se admitir que a disposição dos gases remanescentes sugere a figura desse animal. (in Introdução à Astronomia e Às observações astronómicas).



ola eu estava lendo a reportagem e gostaria de saber sobre o misterio do constelação de Oriom
aquele misterio q c vc apontar a luz para ele a luz volta, e q ele emite ruidos,
eh verdade??
Caro Matheus,
Sobre esse mistério de que fala não tenho conhecimento, nem nunca tinha ouvido falar. Os livros que possuo sobre astronomia nada falam sobre esse assunto. Falam sim sobre nebulosas de Orion, umas das quais a grande nebulosa de Orion - NGC 1982 = M 43 - que se detecta a olho nu e é muito interessante de se observar com qualquer ajuda óptica.
Um binóculo 7×50 num céu escuro revela já numerosas estruturas. Com uma luneta de 80 mm fl5 é espectacular e pode observar-se toda a sua extensão. Um telescópio 114 mm revela diversas ramificações na nebulosa e alguma cor (coloração subtil, em tom verde-esmeralda):
Sobre mistérios associados à constelação de Orion, apenas encontrei um que o liga às pirâmides de Gizé.
Se quiser dar uma olhadela: http://www.geocities.com/athens/atrium/6509/cpiramidesorion.html