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	<title>O Quarto Do Felino &#187; Poesia</title>
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		<title>Amo-te mas não te digo&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há relações difíceis de começar&#8230; E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar. Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas. Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela. Fernando Pessoa Mas um dia o sol brilhará radiante!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há relações difíceis de começar&#8230; </p>
<blockquote><p>
<em>E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.<br />
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.<br />
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.</em><br />
<strong>Fernando Pessoa</strong>
 </p></blockquote>
<p>Mas um dia o sol brilhará radiante! <img src='http://felino.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para ti&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 18:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque hoje será o último dia que comemoraremos existindo apenas nós os dois no nosso mundo, quero que saibas que sem ti o meu mundo não seria tão perfeito! Já que não posso andar por aí à procura de algo palpável e significativo, deixo este recado com o desejo de o repetir por muitos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque hoje será o último dia que comemoraremos existindo apenas nós os dois no nosso mundo, quero que saibas  que <em>sem ti</em> o meu mundo não seria tão perfeito! Já que não posso andar por aí à procura de algo palpável e significativo, deixo este recado com o desejo de o repetir por muitos e preciosos anos!</p>
<blockquote><p>
<em>Sem ti<br />
O céu que construí no teu olhar<br />
As fogueiras que acendi nos teus olhos<br />
Teus cabelos de lágrimas de esperança</p>
<p>Sem ti<br />
As palavras ardentes do orgasmo<br />
As palavras desertas do teu corpo<br />
E os gritos de silêncio dos teus dedos</p>
<p>Sem ti<br />
Tudo isto apaga um Sol de rubras cores<br />
E eu ficarei um astro nado morto<br />
À procura de mim e sem remédio</p>
<p>Sem ti<br />
Não tenho onde guardar os meus desejos<br />
Porque tudo finda<br />
A cada passo andado</p>
<p>Sem ti<br />
O dia de amanhã não é possível<br />
Dizem as minhas veias devagar<br />
</em><br />
<strong>Manuel Sérgio</strong> &#8211; <em>Tanta Coisa Verdadeira</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Amor&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 16:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Amor, que o gesto humano na alma escreve, Vivas faíscas me mostrou um dia, Donde um puro cristal se derretia Por entre vivas rosas e alva neve. (&#8230;)&#8221; Luís de Camões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://felino.felisberto.net/wp-content/uploads/2009/01/rosa-vermelha-neve-300x213.jpg" alt="rosa-vermelha-neve" title="rosa-vermelha-neve" width="300" height="213" class="alignright size-medium wp-image-216" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Amor, que o gesto humano na alma escreve,<br />
Vivas faíscas me mostrou um dia,<br />
Donde um puro cristal se derretia<br />
Por entre vivas rosas e alva neve. (&#8230;)&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://users.isr.ist.utl.pt/~cfb/VdS/v360.txt">Luís de Camões</a> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>À mãe!</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2007 17:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é o dia da mãe, e porque não há ninguém mais especial que elas, deixo aqui uma pequena delícia para todas, em especial para a minha que é uma grande mulher! Mãe, mulher, amiga, a ti devemos o que somos,&#8230; em grande parte. Um beijo muito especial para ti, minha mãe! POEMA À MÂE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o <strong>dia da mãe</strong>, e porque não há ninguém mais especial que elas, deixo aqui uma pequena delícia para todas, em especial para a minha que é uma grande mulher! Mãe, mulher, amiga, a ti devemos o que somos,&#8230; em grande parte. Um beijo muito especial para ti, minha mãe!</p>
<p><a href='http://oquartodofelino.files.wordpress.com/2007/05/tulipa.jpg' title='tulipa.jpg'><img src='http://oquartodofelino.files.wordpress.com/2007/05/tulipa.jpg' alt='tulipa.jpg' width='15%'></a></p>
<blockquote><p>
<strong>POEMA À MÂE</strong></p>
<p>No mais fundo de ti<br />
Eu sei que te traí, mãe.</p>
<p>Tudo porque já não sou<br />
O menino adormecido<br />
No fundo dos teus olhos.</p>
<p>Tudo porque ignoras<br />
Que há leitos onde o frio não se demora<br />
E noites rumorosas de águas matinais.</p>
<p>Por isso, às vezes, as palavras que te digo<br />
São duras, mãe,<br />
E o nosso amor é infeliz.</p>
<p>Tudo porque perdi as rosas brancas<br />
Que apertava junto ao coração<br />
No retrato da moldura.</p>
<p>Se soubesses como ainda amo as rosas,<br />
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.</p>
<p>Mas tu esqueceste muita coisa;<br />
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,<br />
Que todo o meu corpo cresceu,<br />
E até o meu coração<br />
Ficou enorme, mãe!</p>
<p>Olha &#8211; queres ouvir-me? -<br />
Às vezes ainda sou o menino<br />
Que adormeceu nos teus olhos;</p>
<p>Ainda aperto contra o coração<br />
Rosas tão brancas<br />
Como as que tens na moldura;</p>
<p>Ainda oiço a tua voz:<br />
Era uma vez uma princesa<br />
No meio do laranjal&#8230;</p>
<p>Mas &#8211; tu sabes &#8211; a noite é enorme,<br />
E todo o meu corpo cresceu.<br />
Eu saí da moldura,<br />
Dei às aves os meus olhos a beber.</p>
<p>Não me esqueci de nada, mãe.<br />
Guardo a tua voz dentro de mim.<br />
E deixo as rosas.</p>
<p>Boa noite. Eu vou com as aves. </p></blockquote>
<p><em>Eugénio de Andrade</em> (<em>in </em> &#8220;Os Amantes Sem Dinheiro&#8221;)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desejo</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2007 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Queria ser essa noite que te envolve; e cobrir-te com o peso obscuro dos braços que não se vêem. Um murmúrio desceria de uma vegetação de palavras, enrolando-se nos teus cabelos como secretas folhas de hera num horizonte de pálpebras. Deixarias que te olhasse o fundo dos olhos, onde brilha a imagem do amor. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Queria ser essa noite que te envolve; e<br />
cobrir-te com o peso obscuro dos braços<br />
que não se vêem. Um murmúrio<br />
desceria de uma vegetação de palavras,<br />
enrolando-se nos teus cabelos como<br />
secretas folhas de hera num horizonte<br />
de pálpebras. Deixarias que te olhasse<br />
o fundo dos olhos, onde brilha<br />
a imagem do amor. E sinto os teus dedos<br />
soltarem-se da sombra, pedindo<br />
o silêncio que antecede a madrugada.
</p></blockquote>
<p>Nuno Júdice (in <em>O Estado dos Campos</em>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aos Amigos &#8211; Herberto Héder</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 15:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Amo devagar os amigos que são tristes com cinco dedos de cada lado. Os amigos que enlouquecem e estão sentados, fechando os olhos, com os livros atrás a arder para toda a eternidade. Não os chamo, e eles voltam-se profundamente dentro do fogo. -Temos um talento doloroso e obscuro. construímos um lugar de silêncio. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Amo devagar os amigos que são tristes com cinco dedos de cada lado.<br />
Os amigos que enlouquecem e estão sentados, fechando os olhos,<br />
com os livros atrás a arder para toda a eternidade.<br />
Não os chamo, e eles voltam-se profundamente<br />
dentro do fogo.<br />
-Temos um talento doloroso e obscuro.<br />
construímos um lugar de silêncio.<br />
De paixão.</em></p>
<p>Herberto Hélder</p>
]]></content:encoded>
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