Fevereiro 9th, 2009
O primeiro pontapé
O verde do jardim que envolve o edifício continuava com toda a sua força, apesar do frio que caía sobre ele… Estaciono o carro depois de uma refeição rápida e apressada. O tempo é escasso para as tarefas diárias. Saio com a já adquirida agilidade e caminho em passo semi-apressado para a entrada do segundo ciclo do dia, quando… algo estremece em mim! Subitamente travo, sustenho a respiração, coloco a mão no meu ventre e sinto! Sinto o que desde o início ansiava por sentir! Três pontapés vigorosos da minha pequenina
!
Foi a melhor sensação que podia ter tido naquele dia de Outono, fresco mas solarengo. A minha bolinha já me estava a prevenir: “Mãe, anda com calma e tudo se faz! Não te esqueças que estou aqui!“.
Foi a tarde mais radiante que tive até então! Comecei a sentir-te, fazes parte de mim!
Apesar de hoje esticares todo o espaço que já vai sendo diminuto, é das melhores sensações que uma “barriguda” pode ter. A vida que estamos a gerar faz-nos companhia em todos os momentos!

